10 aparelhos tecnológicos que provavelmente nossos filhos nunca irão ver

Uma seleção feita em vídeos pela Museum of Obsolete Objects com 10 vídeos de aparelhos que provavelmente nossos filhos e até muitos de nós não veremos mais.

– Floppy Disk
– Compact Cassette
– Phonograph
– Typewriter
– Pocket Calculator
– Rotary Telephone
– Radio Receiver
– Morse Code
– Instant Camera
– Computer Mouse

Veja os vídeos abaixo

3 ideias sobre “10 aparelhos tecnológicos que provavelmente nossos filhos nunca irão ver

  1. Discordo quanto ao gira-discos e ao rato.

    O gira-discos continua a ser amado pelos audiófilos puristas e as editoras ainda não prescindem dos discos de vinyl para este nicho de mercado e para o os coleccionadores em geral. Penso até que um audiófilo que se preze não vai largar um bom “turntable” com uma cabeça e agulha de elevada qualidade, acoplado a um excelente amplificador que até pode ser de válvulas, conjunto este que chega a custar fortunas. A taxa de amostragem ou bitrate de um cd vulgar é medíocre em Hi-Fi e o SADC ou DVD-AUDIO ainda não se massificaram e dificilmente o conseguirão.O melhor que se conseguiu em digital ainda foram os gravadores digitais para converter o melhor som analógico proveniente de discos de vinyl em digital e com taxas de amostragem bastante mais altas que o cd e sem diferenças apreciáveis ou perceptíveis daquele som analógico fonte. Se o cd é medíocre, o conhecido mp3 é uma banalidade comprimida em termos de som.

    Quanto ao rato, na sua versão óptica de elevada resolução, vai continuar a ser a escolha dos jogadores “hard” em jogos com os FPS em que é necessário um gatilho e um instrumento de precisão no tiro. Dedadas no écran “touch” obrigam a elevar os braços com o consequente cansaço e sem almejar os objectivos de um jogo que exige precisão e rapidez de reflexos que só um teclado conjugado com rato pode dispensar, muitas vezes preferível a um pad/joystick.

    • Obrigado por contribuir com o post …
      não discordo em nada do que você disse, por exemplo é lógico que a qualidade de gravação em um vinyl é bem melhor que em um CD, por mais digital que seja, mas o post trata aparelhos que com certeza nossos filhos nunca irão ver, ou até utilizar.
      Tenho uma irmã de 11 anos e ela nunca usou uma “fita K7”

  2. Agradeço também o seu comentário.

    Acrescentaria que, tal como ninguém suspeitaria que as válvulas, inventadas há mais de um século, ainda subsistissem em aparelhos electrónicos topo de gama – p.e. amplificadores audio – também pode acontecer que editoras e empresas “nicho de mercado” continuem a apostar em vinyl e “turntables” enquanto houver puristas do som conjugado com a ausência de um formato digital massificado de elevada qualidade, mesmo daqui a trinta anos.

    O mesmo não acontece com a K7 compacta, esta completamente obsoleta já que mesmo no seu período dourado ninguém a tinha como algo que suplantasse em som um vinyl mas sim como um meio prático de portabilidade e gravação.
    Ccumprimentos

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